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sexta-feira, julho 20

NASCESTES NO LAR QUE PRECISAVAS


*** MENSAGEM DE CHICO XAVIER ***



Nasceste no lar que precisavas,

Vestiste o corpo físico que merecias,

Moras onde melhor Deus te proporcionou,

de acordo com teu adiantamento,

Possuis os recursos financeiros coerentes com tuas necessidades,

Nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas,

Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização,

Teus parentes, amigos são as almas que atraístes, com tua própria afinidade.

Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.

Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.

Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitude...

São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivencial.

Não reclames nem te faças de vítima.

Antes de tudo, analisa e observa.

A mudança está em tuas mãos.

Reprograma tua meta, busca o bem e viverás melhor.

"Embora ninguém possa voltar atrás

e fazer um novo começo,

qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim"

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terça-feira, julho 10

HOMENAGEM


Viu, pai

a homenagem que fizeram

pro'cê?

MEU MUITO OBRIGADO


Deixo aquí meu agradecimento ao nosso
"DIÁRIO DE OURO PRETO"
e em especial à,
VICTOR VIEIRA DE GODOY.
foi um momento de muita emoção para mim.

domingo, julho 8

Hoje é aniversário desta jovem senhora.
Meus parabéns,
Você é um grande amor da minha vida.

terça-feira, julho 3

08 DE JULHO,ANIVERSÁRIO DE OURO PRETO


NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DO ANTONIO DIAS


MEU TEMPLO.

AQUÍ FICO MAIS PERTO DE DEUS.

NOSSA BANDEIRA,NOSSO HINO

A frase em latim
"proetiosum tamen nigrum"
(precioso ainda que negro),
referência ao ouro coberto por óxido de ferro encontrado na região,
foi substituída por
"proetiosum aurum nigrum"
(precioso ouro negro).
Hino a Ouro Preto
(Música de Augusto Correa Magalhães e letra de Carlos Veloso)
Em cada aresta de pedra
Ema epopéia ressoa
Na terra formosa e boa
Onde a guilheta não medra.
Coro:
A terra, que um cento de anos
Duas vezes viu passar
Possui, dos ouropretanos,
Em cada peito um altar (bis)
A névoa que cobre a rocha
Do mais brando e puro véu,
Quando a manhã desabrocha,
É um beijo que vem do céu.
Os fatos de Vila Rica
Lembram raças titãs,
Cuja memória nos fica
Para os mais nobres afãs.
Guarda o seio das montanhas
Os áureos filões mais ricos.
Contempla os altos picos
Das laceradas entranhas.
Protege, Deus, estes lares
Dos filhos dos bandeirantes,
Por estas serras gigantes
São outros tantos altares.

NOSSO BRAZÃO


A vila foi fundada em 1711

pela junção desses vários arraiais,

tornando-se sede de concelho,

com a designação de Vila Rica.

Em 1720 foi escolhida para capital da nova capitania de Minas Gerais.


Vila Rica recebeu o título de Imperial Cidade,

conferido por D. Pedro I do Brasil,

tornando-se oficialmente

capital da então província das Minas Gerais

e passando a ser designada como Imperial Cidade de Ouro Preto.

Em 1839 foi criada a Escola de Farmácia


Foi a capital da província

e mais tarde do estado até 1897.